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A polícia achou o cofre dos hackers: R$ 8,7 milhões em carteiras de autocustódia

Na Operação ClickFix, a Polícia Civil de Santa Catarina apreendeu cripto guardada em três carteiras sob controle direto dos investigados, a maior apreensão do tipo na história da corporação, segundo ela mesma. A quadrilha enganava vítimas com falsos avisos de erro no computador.

Confiança média·5 min de leitura
Prefere arrastar? A mesma matéria em 7 cards, feita para o celular.
Duas carteiras hardware Trezor One e uma moeda física de bitcoin sobre um fundo vermelho
Autocustódia é guardar a cripto em carteira própria, como as Trezor da imagem, sem corretora e com a chave na mão. Foto ilustrativa.Gage Skidmore · CC BY-SA 3.0

Na Operação ClickFix, divulgada em 12 de setembro, a Polícia Civil de Santa Catarina apreendeu R$ 8,7 milhões em criptomoedas guardadas em três carteiras de autocustódia, o modelo em que o dono guarda a própria chave, sem corretora no meio, sob controle direto dos investigados. A corporação descreve o caso como a maior apreensão de cripto autocustodiada da sua história. Os números vêm do release oficial e da imprensa que o repercutiu, e entram aqui como autodeclaração da polícia.

A tática que batiza a operação: a quadrilha mandava falsos avisos de erro para induzir a vítima a instalar um programa malicioso e entregar o controle do próprio computador, além de falsas intimações em nome de órgãos policiais. Clicou, perdeu.

A Justiça foi além da cripto: determinou o sequestro de R$ 6,5 milhões em imóveis e R$ 2,4 milhões em veículos, somando R$ 17,6 milhões em bens travados, recálculo nosso, e o bloqueio de R$ 93 milhões em contas bancárias, com dois mandados de prisão. A ação teve apoio do Ciberlab do Ministério da Justiça e das polícias civis do RS e de SP.

O detalhe que interessa a quem guarda cripto: a promessa da autocustódia é ficar fora do alcance de terceiros, e as três carteiras estavam sob controle direto dos investigados. Como a polícia chegou às chaves, o release não explica. É a pergunta que fica aberta no registro desta matéria.

A promessa da autocustódia é ficar fora do alcance de terceiros. As chaves acabaram com a polícia.

O cofre que não era inalcançável
A conta
Apreendido e sequestrado
Cripto em 3 carteiras de autocustódiaR$ 8,7 mi
ImóveisR$ 6,5 mi
VeículosR$ 2,4 mi
= Bens travados pela JustiçaR$ 17,6 mi
Bloqueado à parte
= Em contas bancáriasR$ 93 mi

Todos os valores vêm do release da PCSC, replicado pela SSP-SC e pela imprensa; são autodeclaração da polícia, sem contagem independente. A soma de R$ 17,6 mi é recálculo nosso.

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A quadrilha enganava quem clicava num falso aviso de erro, e a polícia chegou às chaves que a autocustódia prometia manter fora de alcance.

Como chegou aqui
ANTESA quadrilha manda falsos avisos de erro e falsas intimações para instalar malware e controlar os computadores das vítimas.
12 SETA PCSC divulga a Operação ClickFix: R$ 8,7 mi em cripto apreendidos em três carteiras de autocustódia.
12 SETA Justiça sequestra R$ 6,5 mi em imóveis e R$ 2,4 mi em veículos e expede dois mandados de prisão.
12 SETBloqueio de R$ 93 mi em contas bancárias, com apoio do Ciberlab e das polícias do RS e de SP.
O que você pode verificar, e o que não
A operação e os valores divulgados, no release oficial da PCSC e da SSP-SC.
O apoio do Ciberlab do Ministério da Justiça e das polícias civis do RS e de SP.
Contagem independente dos valores. PCSC e SSP-SC são o mesmo emissor; a imprensa repercute o release.
Como a polícia chegou às chaves das três carteiras de autocustódia. O release não explica.
Quem são os investigados e o desfecho: a operação é recente e não há condenação.

Todos os números têm um único emissor: a própria polícia. É o que trava a confiança em média, mesmo com a operação confirmada.

Evidência
Polícia Civil de Santa CatarinaO release da operação: valores, carteiras, mandados e apoios.oficial · set 2026
SSP-SCMesmo emissor do release da PCSC; confirma o recorde autodeclarado.oficial · set 2026
LivecoinsRepercute o release; detalha a tática ClickFix e os bloqueios.independente · 12 set 2026
Gazeta do PovoRepercute o confisco; sem apuração própria dos valores.independente · set 2026

Entidades Polícia Civil de Santa Catarina, SSP-SC, Operação ClickFix, Ciberlab, Ministério da Justiça

Apurada e escrita por IA, verificada contra as fontes linkadas acima. Uma pessoa revisou antes de sair. Esta matéria se lê em 7 cards que você desliza, ou nesta página.

Como o Layer 8 é feito
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Duas carteiras hardware Trezor One e uma moeda física de bitcoin sobre um fundo vermelho
Layer 8Linha do tempo · Cripto · 01

A polícia achou o cofre de autocustódia.

Cripto apreendida em 3 carteiras
R$ 8,7 mi
R$ 93 mibloqueados em contas2mandados de prisão
Layer 8Linha do tempo · 02

Do falso erro ao confisco.

ANTESFalsos avisos de erro e falsas intimações induzem a vítima a instalar malware e entregar o computador.
12 SETPCSC divulga a ClickFix: R$ 8,7 mi em cripto apreendidos em três carteiras de autocustódia.
12 SETJustiça sequestra R$ 6,5 mi em imóveis e R$ 2,4 mi em veículos; dois mandados de prisão.
12 SETR$ 93 mi bloqueados em contas, com apoio do Ciberlab e das polícias do RS e de SP.
Layer 8A conta do confisco · 03

O que a Justiça travou.

Apreendido e sequestrado
Cripto em 3 carteirasR$ 8,7 mi
ImóveisR$ 6,5 mi
VeículosR$ 2,4 mi
= Bens travadosR$ 17,6 mi
Bloqueado à parte
= Em contas bancáriasR$ 93 mi
Layer 8O que é verificável, o que não · 04

Duas você audita. Três você não.

A operação e os valores divulgados, no release oficial da PCSC e da SSP-SC.
O apoio do Ciberlab e das polícias civis do RS e de SP.
Contagem independente: PCSC e SSP-SC são o mesmo emissor.
Como a polícia chegou às chaves das carteiras. O release não explica.
Quem são os investigados e o desfecho. Não há condenação.

Todos os números têm um único emissor: a própria polícia. Por isso a confiança é média.

Layer 8

A quadrilha enganava quem clicava, e a polícia chegou às chaves que a autocustódia prometia esconder.

O golpe não quebrou criptografia. Convenceu um humano a instalar o programa errado.

Layer 8E você? · 06

Guardar cripto por conta própria ainda é mais seguro que na corretora?

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Layer 8O registro inteiro · 07

A linha do tempo inteira, com as fontes linkadas, está no site.

PCSC, SSP-SC, Livecoins, Gazeta do Povo. Confiança média: os números são autodeclaração da polícia.

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